Galeria da Arquitetura

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Balkrishna Doshi será tema de exposição no Vitra Design Museum

Balkrishna Doshi foi o primeiro indiano a receber o Prêmio Pritzker (foto: divulgação/VSF)

Texto: Lucas Barbosa

25/03/2019 | 12:40 – De 30 de março a 8 de setembro, o Vitra Design Museum – localizado na cidade alemã Weil am Rhein – abrigará uma exposição sobre o arquiteto e urbanista indiano Balkrishna Doshi. As obras do profissional, único de seu país a receber o Prêmio Pritzker (2018), serão expostas pela primeira vez fora do continente asiático.

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Arata Isozaki é o vencedor do Pritzker de Arquitetura 2019

Arata Isozaki é reconhecido por sua visão à frente do seu tempo (foto: divulgação/Prêmio Pritzker de Arquitetura)

Texto: Lucas Barbosa

07/03/2019 | 09:00Arata Isozaki foi condecorado com o Prêmio Pritzker de Arquitetura 2019. Ele é o 46° arquiteto e o oitavo japonês a receber a premiação – considerada a maior da arquitetura mundial. Nascido em 1931 em Ōita, na ilha de Kyushu (Japão), o profissional é reconhecido por ter uma visão à frente do seu tempo e por ter sido capaz de aproximar o Oriente e o Ocidente explorando novos caminhos.


Balkrishna Doshi é anunciado como ganhador do Prêmio Pritzker 2018

Aos 90 anos, o arquiteto Balkrishna Doshi é o 45° ganhador do Prêmio Pritzker (foto: divulgação/VSF)

Texto: Lucas Barbosa

07/03/2018|15:00 – Com sua arquitetura poética e funcional, Balkrishna Doshi é anunciado como o 45° ganhador do Prêmio Pritzker – o Nobel da Arquitetura. O arquiteto de 90 anos está há mais de sete décadas em atividade e já trabalhou com grandes nomes da categoria, como Le Corbusier e Louis Kahn. Doshi é o primeiro arquiteto indiano a ganhar o prêmio.

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Entenda por que Alejandro Aravena é o arquiteto do ano

O que os arquitetos Shigeru Ban, Frei Otto e Alejandro Aravena têm em comum? Se você é interessado no universo arquitetônico, provavelmente responderá que são os últimos 3 ganhadores do Prêmio Pritzker. No entanto, essas vitórias não representam apenas um prêmio, mas uma mudança de conceito e critério na arquitetura contemporânea.

Shigeru Ban, vencedor de 2014, ficou amplamente reconhecido quando propôs a construção de casas de papelão extremamente resistentes em locais devastados por catástrofes naturais. Seguindo essa mesma linha, foi o idealizador de uma Capela de Papelão construída na Nova Zelândia após o prédio original ser completamente danificado por um terremoto. É defensor de construções baratas e ecológicas para pessoas de baixa renda.

Frei Otto, laureado póstumo em 2015, norteou suas obras sempre pela preocupação ambiental. Suas estruturas tensionadas sempre estavam inseridas na ordem ambiental ao redor, gerando menor impacto visual e ecológico.

Alejandro Aravena é considerado um dos arquitetos com maior responsabilidade social de sua geração. Sua premiação não era evidente, mas posto que as escolhas dos últimos Pritzker guiou-se por conceitos ambientais e sociais, sua vitória não foi exatamente uma surpresa.

Aos 48 anos, sua carreira segue uma linha peculiar e destoa de arquitetos que planejam obras suntuosas. Suas obras primas são, na maioria das vezes, casas construídas para pessoas de baixa renda e que estão inseridas dentro do conceito urbano.

Em 2004, construiu o conjunto habitacional Quinta Monroy em Iquique, no Chile. Diferente da nossa concepção de conjunto habitacional, os projetados por Avarena possuem dois diferenciais importantíssimos. O primeiro: são construídos nos centros urbanos, perto de empresas, escolas, universidades, hospitais; e evitando a superlotação dos transportes públicos. O segundo: as casas são entregues cruas e “inacabadas”, assim cada morador a termina e a customiza da maneira que for necessário para sua família.

Quinta Monroy

Foto: Divulgação

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