Livro Guia da Arquitetura do Rio de Janeiro revela o patrimônio arquitetônico da cidade

De fácil leitura e ricamente ilustrada, a obra Guia da Arquitetura do Rio de Janeiro procura revelar o processo de desenvolvimento, expansão e urbanização da cidade pelo viés da arquitetura
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Crédito: Divulgação Bazar do
Tempo

Redação Galeria da Arquitetura

O Guia da Arquitetura do Rio de Janeiro,
um lançamento da editora Bazar do Tempo, retrata o patrimônio arquitetônico
carioca
desde sua fundação, em 1565, até os dias atuais. Com 700 verbetes de
edificações, mapas e fotos, o livro revela o processo de desenvolvimento,
expansão e urbanização da cidade.

Como o
nome sugere, a obra é uma espécie de guia que detalha os pontos históricos de
visitação da cidade, como o Centro antigo, a Zona portuária, o Museu Histórico
Nacional e o Museu do Amanhã, recentemente inaugurado. 

Conjunto
Marquês de São Vicente e Planetário da Gávea. Crédito: Divulgação
Angela Falcão Comunicação

Dividido
em 27 capítulos – cada qual representando diferentes regiões do Rio -, o guia
inicia a narrativa do local onde a cidade nasceu e prossegue conforme sua
expansão. Os cerca de 700 verbetes apresentam uma ficha técnica com endereço,
data de construção e de reformas, arquitetos responsáveis e se o imóvel é
tombado. Pequenos textos descritivos sobre as principais características das
edificações também compõem a obra junto às 400 fotografias reveladas em
diferentes tamanhos e cores.

Central do Brasil. Crédito: Divulgação Angela Falcão Comunicação


Ao longo de todo o livro, alguns ícones da arquitetura carioca ganham destaque com textos assinados por especialistas como Gustavo Rocha Peixoto, Carlos Eduardo Comas e Augusto Ivan Freitas Pinheiro.

A elaboração do livro foi encabeçada por um conselho de conteúdo formado por Farès El-Dahdah (professor e diretor do Humanities Research Center da Rice University); Gustavo Rocha Peixoto (professor titular da UFRJ e especialista em arquitetura do Império); Marcos Moraes de Sá (arquiteto e especialista em arquitetura colonial); Carlos Eduardo Comas (arquiteto e professor titular da UFRGS); Mozart Vitor Serra (economista e urbanista); Cláudia Carvalho (arquiteta-chefe da Casa de Rui Barbosa) e Cláudia Brack (arquiteta, urbanista e gerente de Paisagismo da Fundação Parques e Jardins). A coordenação de conteúdo é de Maria Helena Salomom, arquiteta da prefeitura do Rio de Janeiro.

Aqueduto da Colônia Juliano Moreira. Crédito: Divulgação Angela Falcão Comunicação

O projeto conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro por meio do Programa de Fomento à Cultura Carioca, da Secretaria Municipal de Cultura.

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