Obras do Centro de Pesquisa Albert Einstein terminam em agosto

O edifício, projetado pelo escritório de arquitetura Safdie Architects, reunirá espaços de ensino e instalações de pesquisa, com laboratórios e recursos clínicos
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O novo Centro de Pesquisas reunirá espaços de ensino para áreas da saúde e instalações de pesquisa, com laboratórios e recursos clínicos (Foto: Safdie Architects/Divulgação)

Texto: Naíza Ximenes

14/07/2022 | 16:59 — O Centro de Pesquisa Albert Einstein, adjacente ao principal
edifício do Hospital Israelita Albert Einstein, chegou à fase final da
construção
, já que as obras devem terminar em agosto deste ano. O novo
ambiente possui capacidade para mais de 6 mil pessoas e reunirá espaços de
ensino para áreas da saúde e instalações de pesquisa, com laboratórios e
recursos clínicos.

Com projeto do escritório de arquitetura Safdie Architects,
o edifício, localizado no bairro do Morumbi, Zona Sul de São Paulo, foi
idealizado com a proposta de respeitar as características do entorno e ser
implantado de forma discreta. 


(Foto: Safdie Architects/Divulgação)

Assim, os arquitetos desenharam um ambiente que consiste em
um oásis urbano, com atmosfera calma em meio à cidade. Para isso, foram
mesclados elementos naturais, como amplos pátios e jardins, às áreas de
laboratório, salas de aula e espaços de uso comum. 

O Centro de Pesquisa foi organizado em torno de um pátio,
rodeado por um jardim caracterizado pela grande iluminação natural, proveniente
de uma claraboia gigantesca. Essa escolha se baseou em muito mais que beleza: o
jardim, desenvolvido em colaboração com o escritório de paisagismo local Isabel
Duprat Arquitetura Paisagística, também atuará como uma sala de estar para os
usuários e visitantes — que, além de tudo, ainda é visível da maioria das
subdivisões do edifício. 


(Foto: Safdie Architects/Divulgação)

O presidente do Hospital Albert Einstein, Dr. Sidney
Klajner, comemorou a construção do novo Centro de Pesquisa. “O Centro de Ensino
e Pesquisa é a realização de um sonho, o cumprimento da missão histórica do
Einstein de ser um grande catalisador de transformações na sociedade,
tornando-a cada vez mais saudável, humana e justa, baseada na educação e na
ciência”, ele comenta.

De acordo com os arquitetos, o prédio foi organizado a
partir de duas alas interligadas. Na ala leste, foram instalados os principais
espaços de ensino (para enfermagem, medicina, pós-graduação, residência médica
e cursos técnicos). Na ala oeste, por sua vez, ficam as instalações de pesquisa
médica, laboratórios, salas limpas e recursos de pesquisa clínica.

Para colocar o projeto em prática, a Safdie Architects contou
com o apoio de uma equipe internacional de consultores, engenheiros e
empreiteiros. O planejamento de interiores das salas de aula e laboratórios, por
exemplo, ficou sob a responsabilidade da Perkins+Will.

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