Conselhos de Arquitetura e Urbanismo planejam ações para a próxima década

Presidentes, conselheiros e servidores do CAU BR e CAU/UF se reuniram para realizar o balanço e o planejamento estratégico
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O Seminário da Comissão de Planejamento e Finanças do CAU Brasil 2022 reiterou os resultados provenientes das últimas iniciativas. Ainda não houve debates sobre as propostas para a próxima década (Foto: MIND AND I/Shutterstock)

Texto: Naíza Ximenes

19/08/2022 | 16:38 — Grandes nomes do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU), do Brasil e de vários estados, se reuniram em Brasília para iniciar o Planejamento Estratégico do CAU para a próxima década. O Seminário da Comissão de Planejamento e Finanças do CAU Brasil 2022 reiterou os resultados provenientes das últimas iniciativas — como a instalação das 28 autarquias responsáveis pela regulamentação e fiscalização da Arquitetura e Urbanismo, em 2012 — e discutiu as propostas em pauta. 

Até ontem (18), os profissionais debatiam as maiores conquistas do CAU na última década. O gerente de Planejamento do CAU/BR, Gelson Benatti, apresentou dados de uma enquete realizada com participantes do evento, elucidou a promoção da Assistência Técnica em Habitação de Interesse social (ATHIS), bem como a fiscalização promovida como vetor de valorização profissional e a descentralização das ações dos CAU/UF fora das capitais.

Foi nesse momento que os presidentes dos CAU/UF se manifestaram, utilizando suas experiências para abordar os quesitos que, na visão deles, devem ser priorizados no planejamento estratégico.

Os principais temas giraram em torno da necessidade de estabelecer indicadores nacionais para atividades de fiscalização; promoção da integração de novos profissionais e a inconformidade com a construção de um CAU único, que ignora as diferenças regionais e as condições de trabalho em cada localidade.

Com base nas discussões, a vice-presidente do CAU Brasil, Daniela Sarmento, citou os novos descontos previstos para a Anuidade do CAU 2023, voltados a profissionais formados por programas de ações afirmativas e de financiamento estudantil, que tiveram filhos e que estejam investindo na sua formação profissional. “Nosso objetivo é promover a inclusão de quem não está conseguindo participar do CAU.”

Por fim, as argumentações foram cessadas para que os responsáveis pelas diretrizes pudessem refletir e realizar um encontro extra, na próxima segunda-feira (22), e seguir para a apresentação dos resultados dos dois primeiros dias de debate.

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