Insper lança Guia de Urbanismo Social para territórios vulneráveis

O conteúdo foi desenvolvido por pesquisadores, professores, alunos, gestores públicos e lideranças comunitárias de favelas
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Com 15 capítulos, a obra inaugura a “Coleção Urbana” do Laboratório (Foto: Insper/Reprodução)

Texto: Naíza Ximenes

21/03/2023 | 17:26 — O Laboratório de Arquitetura do Futuro de Cidades, do Instituto de Educação Superior Insper, lançou um Guia de Urbanismo Social na última semana. Com o intuito de orientar a gestão urbana em territórios vulneráveis, o conteúdo propõe ações que possam melhorar a qualidade de vida dos habitantes através de iniciativas relacionadas à arquitetura e urbanismo. 

Para isso, a equipe — criada por pesquisadores, professores, alunos, gestores públicos, lideranças comunitárias de favelas e especialistas nacionais, como os representantes do CAU Brasil, e internacionais no assunto — explorou temas como questões socioeconômicas e culturais, dimensão territorial, plano de ação local, governança, sustentabilidade, políticas públicas e regulação urbana, além de analisar formas de financiamento, monitoramento e avaliação e discutir casos referenciais.

“A proposta é que o conhecimento sobre cidades seja compreendido não como uma especialização e sim como um campo de atuação no qual profissionais de diversas disciplinas aplicam seus conhecimentos e ferramentas”, diz a introdução da obra. A publicação conta com tem o selo da BEĨ Editora e está disponível gratuitamente em versão digital.

Com 15 capítulos, a obra inaugura a “Coleção Urbana” do Laboratório, que apresenta um leque amplo de assuntos, incluindo tópicos a respeito de “cidades e crianças”, “mulheres e territórios” e “saúde urbana” em territórios de vulnerabilidade social. 

A organização geral é do coordenador do Núcleo de Urbanismo Social, Carlos Leite. Também colaboraram com a obra os especialistas Anaclaudia Rossbach (Lincoln Institute of Land Policy); André L. Duarte (Insper); Camila Maleronka (Insper); Carlos Mario Rodriguez (Tecnologico de Monterrey); Elisabete França (SEHAB/PMSP); Fernanda Almeida (Territórios Clínicos, FTAS); Fundação Tide Setubal (FTAS); Gabriela Massuda; Gareth Doherty (GSD Harvard); Hubert Klumpner e Klearjos E. Papanicolaou (UTT_next, ETH Zurique); Instituto Alana; Instituto Pólis; Jorge Melguizo (Medellín); José Brakarz; Lizete M. Rubano e Vigliecca & Associados; Lucas Bueno (FAU-USP); Lucas B. Rosin (EACH/USP); Marcus A. Y. Salusse, Juliana M. Mitkiewicz e Luiz F. C. S. Durão (Insper); Marcos Rosa (FAU-USP); Martín Motta e Mariana Poskus (CAF); Murilo Cavalcante (Prefeitura de Recife); Nadia Somekh (CAU-BR); Observatório de Olho na Quebrada de Heliópolis; Portal de Dados Urbanos do Insper; Renato Anelli, Angélica Alvim e Andresa Marques, Antonio Fabiano Jr. (FAU-Mackenzie); Ricardo Henriques (Instituto Unibanco); Roland Krebs e Markus Tomaselli (Urban Design Lab, TU Wien); Sérgio Magalhães (FAU-UFRJ); Simone Gatti (WRI Brasil); TETO Brasil; Vera Luz (PUC-Campinas).

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